Ecclestone rasga elogios a Putin e Blatter, afirma que corrupção é justificável e crítica a democrácia



Como a maioria já sabe, o chefão da F1, Bernie Ecclestone tem a ditadura como o sistema de governação preferido, e nesta semana criticou a democracia além de rasgar elogios e defender figuras polêmicas como Joseph Blatter e Vladimir Putin.

Ecclestone sobre o caso de Blatter afirmou que o francês não deveria ter se afastado do cargo de presidente da FIFA e acredita que o francês está sendo alvo de perseguição, porém isso não foi tão bombástico quanto ao que ele disse sobre os possíveis suborno do qual Blatter é acusado. Ecclestone chegou a dizer que poderia ser justificado os subornos desde que fosse por uma boa causa.

“Acho que ele nunca deveria ter renunciado”, admitiu Bernie. “É graças a Blatter que o futebol é jogado em diversos países. E, se todas essas pessoas supostamente foram corrompidas para fazer as coisas acontecerem em seus países, isso é bom. É um preço que o futebol teve de pagar”, concluiu .


Sobre o presidente da Rússia Vladimir Putin, Ecclestone não acredita que o presidente russo esteja utilizando o GP da Rússia para promover o país.

“Putin? Eu sou super fã dele. Não acho que a Rússia precise de eventos esportivos para parentar ser grande. Isso serve apenas para mostrar ao resto do mundo o que é a Rússia. Essa é a diferença”, afirmou.

“O problema é que o mundo não tem muitos líderes, verdadeiros líderes. Se analisarmos todos os países não é fácil encontrar alguém assim. Existem algumas pessoas que parece que estão a fazer alguma coisa, mas na realidade não estão fazendo nada”explicou.

O chefão da F1, ainda falou sobre a polêmica da redução de corridas da F1 na Europa e na aposta de sucesso das corridas no Oriente Médio.

“É um Campeonato Mundial, sempre foi um Mundial. Nós sempre formos baseados mais ou menos na Europa , portanto mal podia ser um Mundial. Quando surgiu a oportunidade de mudar, tentei ter corrida (lá, no Oriente Médio) ainda nos anos 80. Portanto, sempre fui á favor dessa mudança. Acho que a Europa é coisa do passado.”, disse o Ecclestone..
O presidente da FOM por fim criticou a democracia e afirmou que não está entusiasmado em ter mais corridas na América. 

“Nós precisamos de ter mais corridas na América mas para min é difícil por eu não estou muito entusiasmado com isso" comentou. "O maior problema deles é que eles se acham a maior potência do mundo. E é difícil, pois eles são apenas uma grande ilha, por isso acho que eles sempre estão afastados de todos. Mas, acho que eles aos poucos vão aprender com isso”, opinou.

“Não acho que haja espaço para a democracia na F1. Eu acredito que o mais parecido é que a gente convença, mais ou menos, as pessoas de te apoiarem" explica o chefão da F1 que nunca gostou deste tipo de governança.





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