Mercedes retirar protesto contra Verstappen



Algumas horas depois do termino da corrida do GP do Japão, a equipe Mercedes enviou a direção de prova um protesto, dizendo que a manobra de Max Verstappen, na penúltima volta quando se defendeu do ataque de Lewis Hamilton na chicane foi perigosa e caso o piloto inglês não tivesse saído para área de escape, poderia ter causado um acidente.

"Um protesto foi apresentado pela equipe Mercedes AMGF1 contra o carro 33, conduzido por Max Verstappen da Red Bull Racing, por uma suposta violação do artigo 27.5 do regulamento esportivo da Formula 1. A alegação é de que ele (Max Verstappen) pilotou de forma errática e perigosa, forçando o carro #44 a fazer uma manobra evasiva na curva 16. Os comissários estão sendo consultados. Os resultados são provisórios", dizia o comunicado da FIA. 

Mas horas mais tarde da abertura do protesto a equipe alemã, anunciou que voltou atrás e retirou o protesto, porém mesmo que eles tivessem ido em frente o protesto só seria apreciado no GP dos Estados Unidos, já que nenhum dos pilotos estavam mais no autódromo para falar sobre o incidente. 

Hamilton em sua conta no twitter chegou a dizer que protesto era uma mentira: "Não há nenhum protesto de minha parte ou da Mercedes. Um idiota disse que entramos com um protesto, o que não é verdade. Max pilotou da forma correta, fim. Nós seguimos em frete", dizia o tweet original. 

Porém Hamilton voltou a falar sobre o assunto e apagou o seu primeiro tweet e explicou que somente ele não havia protestado: "Não há nenhum protesto de minha parte. Acabei de saber que a equipe havia entrado com um, mas disse a eles que não é algo que fazemos. Somos campeões, seguimos em frente. Sem mais".

Um porta-voz da Mercedes confirmou dizendo: "Nós fizemos isso (desistir) no interesse de estabelecer o resultado final oficial nesta noite, uma vez que se tornou evidente que a audiência não poderia ser concluída hoje".





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