Wolff dispara " A F1 conseguirá sobreviver sem a Red Bull"


Toto Wolff deixou claro que a Red Bull não é tão essencial para F1, porém disse que a ausência da mesma não seria bom para a imagem da categoria. Quando perguntado sobre o que achava das ameaças da Red Bull, se eles vão ou não cumprir, Wolff respondeu:

"Espero que não. A Red Bull é uma marca muito moderna e importante para a F1, e eu espero que eles permaneçam no grid. Espero que encontrem em breve um fornecedor de motores",disse ele.
"As negociações estão ocorrendo, mas não é com a gente, espero que seja resolvido, perde a Red Bull e a Toro Rosso não seria bom para a F1", acrescentou.

Wolff também fez questão de recordar que a F1 já conseguiu superar a saída de outras equipes (Toyota,Honda e BMW), então ele acredita que a F1 mais uma vez está pronta para superar a saída das equipes de Dietrich Mateschitz.

"Eu acho que nas circunstâncias atuais, é importante manter todas as equipes, mas vimos que equipes vêm e vão. Não estou dizendo que a Red Bull não será diferente das demais, (porque) é uma grande marca. Mas há alguns anos atrás, no espaço de 18 meses, vimos a Toyota,Honda e BMW abandonar a categoria. Eram três grandes fabricantes e a F1 conseguiu sobreviver. Portanto, a nossa ênfase neste momento deve ser o de tentar mantê-los no grid, se não conseguirmos isto, a F1 sobreviverá sem a Red Bull" declarou Toto Wolff.

Dada a situação atual do motores, com domínio da Mercedes e a Ferrari cada vez mais melhorando, Toto Wolff disse que a Honda e a Renault vão conseguir recuperar o terreno perdido cedo ou tarde.

"Eu acho que se você dar tempo e apoiá-los com os recursos adequados, eles serão capazes de fazer um motor competitivo. Honda é uma empresa mundial de carros, de alta tecnologia do híbrido, e não tenho dúvida de que será forte futuramente na F1 ", afirmou.

"Mas tem uma coisa na F1 que o dinheiro não comprar, que é o tempo, você tem que gerenciar as expectativas e definir os objetivos. Não há dúvida que a Renault e a Honda em dois anos podem se tornar competitivos novamente", concluiu.



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